uma árvore pela floresta

 

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Relembro que nesta altura do ano, e à semelhança dos anteriores, se encontra em curso a campanha Uma árvore pela floresta, que resulta de uma parceria entre os CTT e a Associação ambientalista Quercus.

Esta campanha visa a plantação de árvores autóctones em regiões de Portugal afectadas pelos devastadores incêndios dos últimos anos, sendo a ajuda de todos nós importante na recuperação dessas áreas.

A compra de um kit pelo valor de 3,5 euros numa das 400 estações dos CTT espalhadas pelo país é a forma mais fácil de colaborar. Adquirido o kit, basta registar online o seu número e na Primavera de 2020 uma árvore será plantada em parques ou matas nacionais. Posteriormente seremos informados sobre a sua localização. O medronheiro, espécie emblemática da nossa flora, é a árvore escolhida para este ano.

A compra online também está disponível, sem custos de envio, mas apenas para um conjunto de cinco kits.

Esta é uma forma fácil de “plantar” uma árvore no local certo e com um objectivo. A natureza agradece toda a nossa colaboração!

 

 

Imagem retirada de
https://www.ctt.pt/ctt-e-investidores/sustentabilidade/projetos-e-iniciativas/uma-arvore-pela-floresta-2019.html

 

ele tocou o nosso sentir…

 

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… nos dias mais quentes surgidos entre os frescos e os chuvosos da Primavera que hoje termina;

… na luz do sol que bem cedo invade todos os recantos das nossas casas e teima em nos acordar;

… no dia em que olhamos para o roupeiro e decidimos trocar o vestuário mais quentes por outro mais fresco;

… naquele dia primaveril com sabor a Verão em que voltamos à praia e a sentir o prazer da areia morna em nossos pés;

… na crescente e irrequieta vontade de exterior que nos invade;

… no degustar das primeiras sardinhas assadas da época, de preferência numa esplanada e em boa companhia;

… no prazer daquele gelado saboreado num dia mais quente;

… e ainda, logo no início de Primavera, quando é necessário decidir as datas a inscrever no mapa anual de férias…

…ou, a partir daí, quando as incursões pelo Google Maps começam a ser frequentes a fim de planear essas férias!

 

Contudo, apenas às 16h 54m de hoje, 21 de Junho de 2019, o Verão chegará oficialmente à nossa pele… sentidos… energia… vida… desejos… calendário…etc, neste que é o dia com mais horas de luz no hemisfério onde habito.

Inspiremos esta energia com pensamentos positivos e construtivos, de tolerância pela diferença e de um profundo respeito pela natureza.

Ao entrarmos num período propício a um contacto mais próximo com o exterior e com o ambiente, temos o dever e a obrigação de estar mais atentos e de não contribuir para o agravamento dos problemas que infelizmente ele revela. 

 

Desejo a todos um excelente e consciente Verão!

(e um aconchegante Inverno para os meus leitores do hemisfério sul!)

 

 

 

 

61!

 

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Nasci em plena Primavera, por sorte na época do ano que mais aprecio.

Faz hoje precisamente 61 anos que decidi começar esta aventura para além do útero materno. Nasci rodeada da bela paisagem alentejana, um selo de harmonia e de energias que gosto de acreditar ter marcado a minha sensibilidade ou a forma como a luz, o sol, o céu, a paisagem ou a natureza me tocam e são geradores de sentires muito próprios.

Esta será certamente uma visão algo romântica da questão, pois a realidade regista que deixei o Alentejo com pouco mais de seis meses… contudo, sendo o romantismo um pensar doce e que não faz mal a ninguém, esta sexagenária não resiste ao seu paladar!

Assim, voltando à ideia que as paisagens alentejanas oxigenaram os meus genes nesse período…a verdade é que a minha estrutura emocional se manifesta de uma forma muito vibrante quando encontro um prado na Primavera. Adoro prados! E o Alentejo onde nasci… é um mar de prados!

Se me perguntarem que flores mais gosto, só tenho uma resposta: as flores de um prado e um prado com flores! Sejam as pequenas e menos visíveis que o verde protege com cuidado e gratidão, ou as mais exuberantes que atraem o nosso olhar e chamam a atenção.

Um prado é a “maior democracia” que existe na natureza. É o equilíbrio puro, na sua forma mais espontânea. Todas as espécies têm o seu papel numa cooperação harmoniosa, a que o acaso pela mão dos quatro elementos – terra, ar, água e fogo/sol – criou para deleite da própria natureza e do nosso olhar.

Tudo está no local certo, em resultado de uma dinâmica perfeita. Mesmo que exista competição entre espécies, o que sabemos ser comum na natureza, o equilíbrio é genuíno e existe só por si.

A beleza do conjunto revela-se igualmente num olhar mais detalhado, mas hoje não vou por aí, não é importante. Talvez um dia partilhe essa visão. Nesta data, em que me sinto feliz e muito agradecida por completar mais um ano de Vida (não obstante as dificuldades que sempre vão surgindo), o prado é um símbolo a que dou enorme valor, seja pela capacidade de auto-regeneração anual, seja pela harmonia que transmite e que sempre procuro guardar e “cultivar”, ou ainda pela grande lição de respeito e de cooperação pacífica que dá ao mundo.

A imagem inicial é um detalhe de um belíssimo prado que recentemente encontrei num recanto da região onde resido. Senti-o como um pedaço de Vida, como uma oferta da Natureza…e como tal, ideal para partilhar neste dia!

 

 

planeta azul

 

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Há memórias de infância que ficam bem guardadas, talvez pela ingenuidade a que estão associadas. Recordo pensar que, se fosse caminhando sempre em frente, chegaria a um ponto em que o chão acabava e haveria um enooooorme precipício para o qual poderia espreitar. Essa ideia era assustadora, mas simultâneamente fascinante.

Depois, quando percebi que a terra era redonda, surgiu outra dúvida e esta talvez ainda maior: como é que as pessoas que estavam no outro lado da bola não caíam?

A ida para a escola esclareceu naturalmente estas interrogações silenciosas que me habitavam. Também o aparecimento em casa de um globo terrestre onde o meu país quase não se via contribuiu para a ideia ainda em formação sobre a real dimensão do planeta.

Contudo, creio que a grande tomada de consciência aconteceu já em adulta quando saí de Portugal pela primeira vez e levei duas horas e pouco para percorrer de avião os 2000 kms que separam Lisboa de Paris…ou seja, percebi que precisaria de 20 viagens iguais para dar a volta aos 40 mil quilómetros do perímetro da terra. Esta constatação, sentida na pele e acompanhada pelo olhar que não saía da janela do avião, foi algo de magnífico e inesquecível.

O tempo passou…

Apesar de ainda não ter viajado para além das fronteiras da Europa, a dimensão, características e beleza do nosso planeta fascinam-me totalmente e geram em mim um enorme respeito. Mas igualmente dor e tristeza pela forma como nós, simples convidados, temos maltratado este nosso anfitrião.

Hoje é o Dia Mundial do Planeta Terra.

O dia daquele planeta azul que nos acolheu neste infinito Universo…. e que as tecnologias como o Google Maps ou o Google Earth permitem “controlar” com um cursor e percorrer de lés a lés apenas com um click. Maravilhoso, sem duvida.

Mas também é o dia daquele pedaço de terra que eu imaginei “terminar num precipício”….uma imagem-metáfora que ninguém deseja, mas que já esteve bem mais longe de se tornar realidade.

 

 

Imagem retirada de http://institutoecoacao.blogspot.com/2017/04/dia-22-de-abril-dia-internacional-do.html

 

 

 

olá primavera!

 

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Folheia hoje a Natureza mais uma página do tempo com a chegada da Primavera.

Curiosa, em vários momentos esta estação já espreitou pelas frestas dos dias e aqueceu demasiado o nosso sentir. O inverno não aceitou bem essa intromissão e esfriou marcadamente as noites das últimas semanas, efeito sentido com amplitudes térmicas diárias que chegaram aos 15 graus, algo dificilmente aceite pelo nosso organismo.

Hoje, finalmente, às 21h 58 m, uma Primavera confiante do seu poder e força abriu a porta do tempo e disse silenciosamente “Estou aqui, cheguei!”

Não sei como o Inverno vai aceitar a sua vinda e os ajustes entre ambos serão certamente por nós sentidos com aceitação ou incompreensão. A Natureza tem humores, mas também discernimento para actuar da forma necessária a partir das premissas e condições a que está exposta, e dos desequilíbrios que nós humanos lhe vamos proporcionando. Infelizmente e da pior forma, diga-se.

Que seja uma doce Primavera nos meandros complexos da história deste hemisfério norte….

Que seja um Outono capaz de harmonizar e acalmar as energias perturbadoras do hemisfério sul….

E por último, que se revele apaziguadora das intranquilidades que habitam em cada um de nós…

 

O planeta terra agradece. E nós também!

 

 

 

quinta do pisão

 

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A Quinta do Pisão é um espaço de natureza integrado no Parque Natural Sintra-Cascais e gerido pelo município desta ultima vila.

Em 2016 mencionei-o num post a propósito da exposição Landart Cascais que nele se realiza anualmente e na qual são expostas ao ar livre obras de vários artistas convidados.

Este ano voltei a ele, pela primeira vez fora do contesto desse evento que normalmente se realiza entre a Primavera e o Verão, ou seja, numa época de maior calor e secura. Visitado agora em pleno Inverno e após uns dias de chuva, ofereceu uma paisagem exuberante e muito verde. Fomos igualmente surpreendidos com a recuperação de espaços degradados, um dos quais adaptado a centro de interpretação.

Este espaço rural tem ainda uma horta biológica com venda directa ao público e muitas outras actividades educativas e de lazer.

Para terminar, é importante dizer que possui vários percursos interpretativos que proporcionam um belíssimo e bucólico passeio, como revelam as imagens que se seguem.

 

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árvores com história

 

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Estando a ocorrer mais uma vez a votação online para a eleição da árvore portuguesa do ano, não poderia deixar de o mencionar neste blog. A ideia é escolher a árvore com a história mais interessante, o que não significa que seja a mais bonita. Posteriormente a vencedora irá participar no concurso europeu Tree of the year 2019. Recordo que em 2018 Portugal venceu este evento com o sobreiro assobiador de Águas de Moura (Marateca, Palmela).

A imagem inicial deste post pertence a uma das árvores a concurso. É uma Tuia-gigante, talvez sem a história mais bonita mas é sem dúvida imponente e vive há cento e cinquenta anos no Parque da Pena, na Serra de Sintra. Escolhi-a simplesmente porque entrou no meu olhar há mais de quatro décadas e, desde então, sempre que a visito consegue deslumbrar-me com a sua mística, expressividade e elegância. Diria que a escolha desta imagem foi feita com o coração!

A votação racional… termina no próximo dia 21 de Novembro. Mesmo que não votem, vale a pena conhecer estas histórias da natureza!

 

Imagem retirada de https://portugal.treeoftheyear.eu/Trees/Tuia-gigante

 

 

 

ria formosa

 

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O seu nome é Ria Formosa, mas não é uma verdadeira ria nascida na foz de um rio. Resultou de movimentações arenosas provocadas pelos ventos e marés ao longo do tempo, de que resultou um vasto cordão dunar com seis aberturas para o mar e que abriga no seu interior uma ampla zona lagunar/sapal que é diariamente exposta à dinâmica das marés.

Apesar de ter vivido os primeiros dezassete anos da minha vida no Algarve, pouco conhecia da geografia desta área. Nos últimos anos percorri alguns trilhos dispersos na região, mas sem o espírito de aprofundar as suas características. Agora, depois de alguns dias de férias e de exploração, posso partilhar um pouco do que aprendi, vi e senti.

A Ria Formosa situa-se na metade mais oriental da província localizada mais a sul de Portugal, estende-se por cinco concelhos (Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António), abrange sessenta quilómetros da costa sul e é formada por duas penínsulas nos extremos (Ancão a ocidente e Cacela a oriente), e por cinco ilhas-barreira localizadas entre estas (Barreta ou Deserta, Culatra, Armona, Tavira e Cabanas).

ria                 Imagem retirada de  http://evrest.cvtavira.pt/study-sites/

 

Esta área foi classificada como Parque Natural da Ria Formosa em 1987, com o objectivo de preservar e conservar as suas características e interesse biológico. Nessa altura foi necessário arranjar uma legislação de compromisso e não demasiado restritiva, uma vez que algumas das ilhas são habitadas durante todo o ano. Além disso, no Verão são palco de relevantes fluxos turísticos e a actividade piscatória assim como a cultura de marisco em viveiro são muito importante na economia das populações.

Possui um grande número de habitats, como dunas, areais, salinas, lagoas, sapal, áreas agrícolas, matas, etc., assim como flora e fauna característica, sendo muito procurada pelas aves durante todo o ano e intensamente em tempo de migrações.
Esta última vertente, que muito nos agrada, associada ao facto de possuir vastas zonas de areais e praia, foi mais do que suficiente para nos seduzir a explorá-la nestas férias.

Sendo este primeiro post essencialmente informativo, gostaria de referir que a Sede e o Centro de Interpretação Ambiental do parque se localizam em Marim, perto de Olhão. Ele está integrado num percurso de poucos quilómetros que abrange alguns habitats (mata, lagoas, salinas e sapal) e passa por vários locais de interesse, como observatórios de aves, ruínas romanas, um moinho de maré ou uma antiga barca utilizada na pesca do atum.

Deixo-vos com algumas imagens desse trilho…

 

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…terminando com o olhar frontal (e talvez de saudação!) de um dos imensos exemplares do caranguejo “boca-cava terra” que habitam os sapais da Ria Formosa.

Deixo ainda algumas informações práticas sobre os acessos a cada uma destas ilhas. Assim:

Ilha da Barreta/Deserta – apenas a partir da cidade de Faro

Ilha da Culatra – a partir das cidades de Faro e de Olhão

Ilha da Armona – a partir de Faro e de Olhão para a parte ocidental da ilha, e a partir da vila da Fuseta, para a parte oriental da ilha;

Ilha de Tavira – a partir da cidade de Tavira para a ponta oriental da ilha; da vila de Santa Luzia para a praia da Terra Estreita; da zona de Pedras d’el Rei para a conhecida praia do Barril (através de um pequeno comboio); e da vila da Fuseta para a ponta ocidental da ilha.

Ilha de Cabanas, a partir da vila de Cabanas

São ainda muitos os operadores privados que complementam esta rede oficial de transportes para as ilhas-barreira, seja para deslocações simples ou para a realização de circuitos turísticos.

 

Em breve, voltarei a partilhar convosco outros aspectos deste Parque Natural.

 

 

 

 

amarelo e lilás

 

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Harmonioso é o elo que une o lilás ao amarelo…como é expressiva a parceria que une o jacarandá e a tipuana!

Apesar de não estar sol e, naquele dia, uma estranha luz pairar sobre a cidade, o meu olhar ficou fascinado com estas imagens que encontrou na zona de Santos, em Lisboa. Estou certa que terão provocado um sentir semelhante em muitos dos que por ali terão passado.

 

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Em certos recantos, o amarelo das tipuanas superava totalmente o lilás dos jacarandás…

 

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…sendo com este tipo de detalhes que a cidade, em tempo de festa e de descanso, vai partilhando o seu colorido com todos os que nela vivem, trabalham ou visitam!

Espero que o vosso olhar aprecie esta Lisboa!

 

 

 

 

olá verão!

 

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A repetição dos ciclos da natureza marca o tempo da nossa vida. Entre um solstício e outro passam seis meses…até ao seguinte outros seis….o que na prática significa um ano que fluiu em nós como um vento, por vezes brisa, por vezes vendaval.

Hoje, no hemisfério norte, damos as boas vindas a um novo Verão e ao dia com mais horas de luz do ano. Para outros será o oposto. E para os que vivem nos extremos norte e sul desta belíssima esfera viajante do espaço, haverá respectivamente 24 horas de sol ou 24 horas de sombra.

Nesse instante que acontece precisamente às 11h 07m de hoje, os sensores da pele e da retina de quem habita nos quatro “cantos do mundo” estarão a receber informações totalmente diferentes. A relatividade da vida está aqui bem expressa: todos estamos certos, sentindo sensações diferentes ou até opostas!
Que bom seria que esta constatação fosse bem mais ampla e abrangesse outros campos que separam a humanidade! Ou que a diversidade fosse tão naturalmente aceite!

Voltando ao tema de hoje, e ao Verão…

…nos últimos dias, uma irrequieta e instável Primavera foi surpreendida por um calor repentino, abafado, tropical e que deixou o ar quase irrespirável. O corpo não apreciou tão brusca mudança e relaxou. O cérebro, pelo contrário, activou as sinapses e os processos do pensamento mas, curiosamente, orientando-os apenas numa direcção: vontade de férias e de descanso!

Sendo o Verão um tempo de energias positivas, simbolicamente um tempo em que a luz supera as trevas, que essa imagem seja nossa mentora mesmo quando cansados e precisando urgentemente de parar e de descansar. Que se reflicta nas pequenas coisas, no detalhe, na vontade de sentir, de estar, de partilhar. De dar algo.

É esse o desejo que me acompanha hoje…aqui… neste cantinho europeu… neste recanto do mundo…neste Universo infinito em que somos apenas um ínfimo ponto….

…e neste dia em que o Verão decidiu nascer cinzento, ventoso e chuvoso em Portugal!

 

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A vida é sempre uma surpresa!

Para uns, que seja um bom Verão…e para outros um Inverno de aconchego!