detalhes sentidos

Neste caminhar, todos passamos por momentos em que nos sentimos enredados/envoltos numa série de circunstâncias que nos perturbam, comprometendo o nosso olhar sobre o mundo e até a nossa forma de estar.

Cada um reagirá de acordo com a sua estrutura no sentido de clarificar e ultrapassar essa situação, mas uma coisa é certa: no meio dessa desordem sempre há detalhes, atitudes ou palavras que nos tocam se estivermos receptivos e que poderão ser uma ajuda, mesmo que indirecta. No fundo, funcionam como provas de afecto e até de confiança.

No centro da imagem acima está uma lâmpada ainda apagada. Um círculo. Simbolicamente um de nós. Num primeiro olhar, envolve-a uma “rede perturbadora” e confusa composta de muito ramos. Porém, se olharmos com mais atenção, alguns desses ramos podem ser vistos como um apoio, afago ou consolo, algo que discretamente nos pode ajudar. Na imagem serão especialmente os ramos inferiores e mais horizontais que transmitem esse sentir, essa espécie de aconchego visual e afectivo ao elemento central.

Em breve, como sempre se deseja, haverá um desanuviamento, uma resposta, uma clarificação e, quiçá até uma sublimação do que nos perturba para algo mais positivo….e o tal “elemento central” voltará a encontrar a energia e a ter a sua luz. Voltará ao desejado equilíbrio.

o que é nosso

 

band 2

 

No complexo contexto económico em que vivemos a solidariedade entre países é importante, mas neste momento é fundamental que todos apostemos um pouco mais no recanto onde nascemos. Como portuguesa, creio que apostar naquilo que é fabricado e produzido em Portugal nunca foi tão urgente como agora. Este é o nosso terreno, tem as nossas raízes e precisa de nós. Como tal, nunca serão demais os alertas que nos orientem para uma mudança de paradigma na forma de comprar/adquirir produtos.

Tudo começa no acto de verificar a etiqueta/rótulo antes de comprar, assim como na opção pelo comércio local/pequeno comércio, em regra mais associado a produtores de proximidade. Mas não só. Os tempos mudaram e outras formas de comércio são agora banais, pelo que muitos produtores e fabricantes nacionais apostaram e/ou reforçaram a venda dos seus produtos por meios digitais. Vejamos alguns exemplos:

 

Não vivendo o corpo só de alimentos, são muitas as áreas de actividade em que é possível apostar no fabrico nacional. Seguem-se alguns exemplos:

 

Longe de mim fazer qualquer publicidade neste blog. Apenas estou focada no termo made in Portugal e estas marcas são representativas desse princípio. Muitas outras poderão ser encontrados na plataforma afabricaportuguesa, apenas acessível através do Instagram e que abrange diversas áreas

O mesmo tipo de pensamento deverá acompanhar os portugueses que este ano pretendem e podem fazer férias, dando preferência ao nosso país e ao seu enorme potencial. Dessa forma estaremos directamente a contribuir para a manutenção de muitos postos de trabalho. Não será essa uma boa premissa a ter em conta no momento de desfrutar as nossas férias?

 

(Apesar deste espírito em “apostar no que é nosso” já estar presente em muitos portugueses, relembrar e actuar em conformidade é o mínimo que todos podemos fazer)