sonhar

Sonhar é um dos detalhes que caracteriza o ser humano.

Enquanto que Fernando Pessoa escreveu ” Deus quer, o homem sonha, a obra nasce”, António Gedeão afirmou “…sempre que o homem sonha, o mundo pula e avança…”; este termo é pois abrangente e, como tal, passivel de muitas leituras e descrições. Mas os sonhos existem, pelo que a possibilidade de serem concretizados será proporcional à força, motivação e empenho daqueles que decidem agarrá-los.

Há sonhos gigantes e pequenos sonhos, sendo certo que são mensuráveis não pela importância que todos terão, mas pelos meios que envolvem a sua materialização.

Uns sonham em levar mais uma sonda espacial para perto de Júpiter e conseguem-no cinco anos depois; outros sonham em motivar jovens reclusos e com eles montar uma ópera de Mozart. No primeiro caso, o sonho foi possivel graças ao empenhamento e a um gigantesco investimento da Agência Espacial Norte Americana; o segundo resultou da energia e motivação de um cantor lírico e sonhador chamado Paulo Lameiro, e ao apoio que a Fundação Calouste Gulbenkian lhe deu nesse projecto.

E se o sonho é energia, esta pode ser mesmo materializada. Nestes dois casos isso foi possivel, como bem revelam estes interessantes artigos que integram a edição de hoje do jornal online Observador, o primeiro da autoria de Vera Novais e o segundo de Laurinda Alves.

Porque gostei de os ler e, dar a palavra aos outros será sempre uma componente deste blog, este post é essencialmente a voz dessas duas jornalistas.

 

a palavra dos outros

 

Pretendendo que este blog seja diversificado, dar a palavra a outros integra-se no seu espírito. Nessa perspectiva, este post é apenas um meio de divulgar um artigo que me foi enviado por uma amiga e que achei muito interessante.

Intitula-se “Que seria do mundo sem os portugueses” foi escrito pela jornalista Laurinda Alves e publicado recentemente no jornal online  Observador.

A sua leitura faz bem ao “ego colectivo” do nosso país!